Jogos de mundo aberto são uma decisão fácil para quem quer ficar horas imerso nos universos fictícios ou querer completar a trama do game do jeito que bem entender.
10 – Final Fantasy 7 Rebirth

Rebirth transforma os cenários do clássico de 1997 em vastas regiões interconectadas e repletas de personalidade, permitindo uma vasta exploração, que também serve para aprofundar os laços entre os personagens. Cada missão secundária ou minijogo contribui para a sinergia do grupo e o desenvolvimento da narrativa principal. Ele também prova que é possível expandir e retrabalhar clássicos dos games sem que seja apenas um remake sem muita criatividade.
9 – Cyberpunk 2077

Com uma direção de arte belíssima, Night City de Cyberpunk 2077 é incrivelmente viva. Sirenes, pessoas gritando, tiros do nada, barulho de carros, propagandas… Todos os elementos compõem a grande metrópole futurística que é estranhamente familiar. Apesar da possibilidade de jogar em 3ª pessoa, o padrão em 1ª pessoa auxilia ainda mais na imersão do game.
8 – The Elder Scrolls V: Skyrim

Também considerado um dos melhores jogos da história, Skyrim é um marco por priorizar a autonomia absoluta do jogador e a narrativa em um mundo fantástico. O jogador pode até ignorar a trama do game para criar sua própria história, e cada jogatina pode ser tão interessante quanto a última.
7 – No Man’s Sky

Um dos marcos da liberdade processual e da escala infinita, No Man’s Sky está sempre gerando mais conteúdo na internet, ainda mais que jogadores continuam achando mundos que ninguém conhecia anteriormente. Além disso, cada planeta é único, e cada lugar que o jogador explorar tem inúmeras possibilidades.
6 – The Witcher 3

É exatamente a união do tamanho do mapa e das missões secundárias que deixa o universo de The Witcher tão rico, ainda mais em The Witcher 3, em que cada decisão do jogador gera consequências reais e permanentes no ecossistema e na vida dos habitantes.
5 – GTA V

O mapa gigantesco de GTA V não só redefiniu o conceito de mundo aberto em 2013, mas também ajudou muitos jogadores a conhecerem a cidade real de Los Angeles, que inspirou Los Santos, como a palma de suas mãos. Ele também tem o equilíbrio perfeito entre o frenesi dos polos urbanos e lugares mais afastados. Além disso, o modo online do game ainda adiciona mais horas de jogatina.
4 – Red Dead Redemption 2

O mapa de Red Dead Redemption 2 não está lá só para decoração. Com tantos NPCs que Arthur Morgan encontra em seu caminho, todas as interações geram consequências para o protagonista, que pode pender para bem-visto ou mal-visto ao longo do jogo. Além disso, o mapa gigante que pega algumas partes dos EUA é incrivelmente rico e vivo, com animais que podem ser encontrados e até missões secundárias. Não é à toa que jogadores estão descobrindo novos conteúdos até hoje.
3 – Tears of the Kingdom

Se Tears of the Kingdom não tivesse sido lançado, com certeza Breath of the Wild estaria nesta lista, mas a sequência do aclamado game de 2017 aumenta ainda mais a possibilidade de exploração de Hyrule com a adição do subterrâneo. Seguindo o mapa já conhecido de Hyrule, TotK dobra a possibilidade de ficar mais horas jogando justamente pelo tanto que a Nintendo introduziu nesse “novo mapa”.
E não podemos esquecer que há ainda um terceiro mapa introduzido no game, as ilhas que flutuam sob o reino que, apesar de não serem tão extensas quanto o subterrâneo, ainda são tão incríveis para explorar e batalhar contra novos inimigos.
2 – Elden Ring

Em vez de guiar jogadores, o próprio design do mapa instiga jogadores a explorarem cada vez mais, mesmo que, sem querer, encontrem algum inimigo mais forte que eles. A direção de arte é belíssima e além de ser um dos melhores jogos de mundo aberto, já se tornou um clássico do estilo soulslike.
Menção honrosa – Shadow of the Colossus

Shadow of the Colossus pode não ter mais um mapa grande comparado aos jogos mais recentes, mas o clássico do PS2 merece ser reconhecido por servir de inspiração para outros títulos que vieram posteriormente. Apesar do mapa do game também não ter tanta riqueza como cidades ou NPCs, ele ainda promove um senso de vastidão justamente pela falta desses elementos. Isso também serve para aprofundar ainda mais a história do protagonista, que está em uma missão solitária para derrotar os colossus.
Infelizmente, a ordem para derrotá-los já é pré-definida, mas a viagem até eles garante uma aventura por si só e o tamanho deles já serve como um “mapa” à parte.
1 – Minecraft

Praticamente “infinito”, Minecraft ainda é um dos melhores jogos de mundo aberto. Em constante atualização, o game da Mojang tem tantos recursos, lugares para explorar, inimigos para derrotar, blocos para auxiliá-lo em sua jornada, que facilmente deixará o jogador mais de semanas jogando. Além disso, o jogador não precisa necessariamente completar a “história” do game, que no caso é derrotar o Ender Dragon. Mods adicionam ainda mais à jogatina e muitos outros títulos tentam emular o sucesso de Minecraft, mas apenas o original permanece tão popular há mais de 15 anos.
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