Ao longo de Dragon Ball, vimos todos os tipos de raças, mas nenhuma tão única e especial quanto os Namekuseijins. Originários do planeta Namek, essa raça alienígena possui certas características que a tornam única na série, a ponto de um biólogo ter apresentado uma teoria explicando que eles, na verdade, se assemelham bastante a plantas.

Em uma entrevista no site oficial de Dragon Ball, o biólogo Yudai Okuyama, pesquisador do Museu Nacional de Natureza e Ciência especializado em biologia evolutiva e fã da obra de Toriyama, revelou que a maneira como o mangaká criou os Namekuseijins o faz lembrar da forma como as plantas crescem.
Okuyama menciona que o sol nunca se põe no Planeta Namek, um detalhe que Toriyama adicionou para evitar cenas noturnas, mas que também serve como explicação para esse ponto. Mas não é só isso! Ele também menciona que outro motivo pelo qual acredita que eles realizam fotossíntese é a sua cor, pois pensa que essa raça possui clorofila, um pigmento que dá às plantas a sua cor verde e é a principal razão pela qual eles conseguem realizar fotossíntese.

“Na verdade, existem animais que vivem em simbiose com algas ou cujos corpos contêm cloroplastos que usam a fotossíntese para gerar energia. O coral é um exemplo famoso disso, mas existem outros também. Um deles é uma espécie de lesma-do-mar chamada Plakobranchus ocellatus, que, se você a vir com boa vontade, parece um Namekuseijin.”
Outro exemplo que ele usa para demonstrar que os Namekuseijin são capazes de realizar fotossíntese são as árvores deste planeta, chamadas Ajisa, com suas folhas no topo do tronco. Acontece que essas árvores existem na vida real e são chamadas de Koompassia.

Elas têm essa estrutura porque, crescendo na floresta amazônica, a única maneira de realizarem fotossíntese é alcançando os pontos mais altos do tronco, onde recebem luz solar em abundância.
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